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Nome: Mãe
Retirante
Medidas: 26x7x8
cm
Código:
46.006
Artesão: Antonio
Celestino da Silva
Nome: Buxuda
Medidas: 7x 23x6
cm
Código:
7.061
Artesão:
Lucélia |
arte popular
José Celestino da Silva nasceu em 1952 e desde menino ajudava o pai e o avô, Antonio Duarte, a entalhar cabos de espingardas. A caça
outrora era abundante na chapada do Araripe e para atrair os pássaros nas caçadas, confeccionavam também "arremedos", apitos de chamamento. Com o fim das caçadas a família inicia a fabricação
de apitos de pio de pássaros, não mais para o chamamento de pássaros, mas como objetos lúdico.
José Ferreira da Silva (já falecido), pernambucano de origem, começa a trabalhar na oficina e inventa os apitos com formas de mulheres. José
Celestino adota rapidamente o novo estilo, passando depois a fabricar apitos eróticos. Em seguida, começam a trabalhar com as mais variadas temáticas em
madeira, santos, grupos folclóricos, detalhes das festas e obras de
conteúdo social.
Antonio Celestino
da Silva, o mais jovem e polêmico membro do clã. Formado em
letras é poeta, xilogravurista e escultor. Sua obra, à maneira
expressionista, retrata a miséria, retirantes torturados com orgãos
sexuais monstruosos. Numa outra veia artística, Antonio faz insetos
fantásticos e bastante fiéis à realidade.
A madeira preferida
nas esculturas é a imburana, clara, macia e sem nós. Cada vez mais rara na região, tem sido importada da
Bahia e Pernambuco. Hoje são mais de 40 artesãos que trabalham em
esculturas de madeira na Associação Padre Cícero. As peças são todas
assinadas.
Nome: Banda de
Pífanos
Medidas: 13x10x8
cm
Código: 7.050
ASSOCIAÇÃO PADRE CÍCERO
Centro de Arte Popular de Mestre Noza
Inaugurada em 1985, a Associação Padre Cícero reúne os
artistas do Vale do Cariri, com cerca de 125 artistas cadastrados (podendo
chegar a mais de 300, já que famílias inteiras trabalham na
produção). São cerca de 30 mil peças por mês, que escoam para
grandes centros, como Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. A Associação
fica no prédio público que já foi convento, presídio e quartel, e hoje é o
Centro de Arte Popular de Mestre Noza, local de exposição e venda do rico
artesanato da região. |