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Definimos como manejo agroecológico os produtos que são feitos a partir de matérias primas naturais, obtidas de culturas ecológicas e sustentáveis ou naturais. 

 

SÃO PAULO SP BRASIL

Rua José Maria Lisboa, 838 - Jardim Paulista  

Estacionamento no local

de segunda a sexta das 10 às 19h, aos sábados das 10 às 16h

FONE

11 5522 4440

 

 

 

 

 

 

        Brindes Corporativos e Solidários

 Meio Ambiente respeitado e Comunidades incentivadas

 

Produto: sabonete de babaçu

Comunidade Produtora: AMRT, Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais, MA

Embalagem: caixa de papel craft com laço de ráfia 

 caixinha de palha de babaçu ou 

 caixa de papel reciclado e caixa de capim dourado

O Babaçu (Orbignya phalerata, Mart.) é uma planta da família das palmáceas Arecaceae, dotada de frutos com sementes oleaginosas e comestíveis das quais se extrai um óleo empregado na produção de diferentes produtos e mais recentemente tem sido alvo de pesquisas avançadas para a fabricação de biocombustíveis como o biodiesel e o bioquerosene.

Os produtos Babaçu Livre nasceram da união das comunidades da região do Médio Mearim (Maranhão/Brasil) em torno de uma proposta alternativa de desenvolvimento que valorize o ser humano e o meio ambiente.

O óleo vegetal, o sabonete Babaçu Livre, o carvão vegetal Cocal, a farinha de babaçu Bio Nutri, as frutas desidratadas Frutos da Terra, a Compota de Frutas, o papel reciclado, além dos produtos orgânicos (arroz, milho e feijão), são produzidos sem agrotóxicos, sem queimadas de florestas, sem derrubadas de palmeiras de babaçu e sem trabalho escravo ou semi-escravo.

Com esse sistema de produção, chamado "agroextrativismo", as famílias pretendem construir um mercado solidário, onde os preços dos produtos sejam definidos levando em conta a valorização da cultura de quem produz, e da preservação do meio ambiente.

Produto: vaso de flores esqueletizadas

Comunidade Produtora: Skeletonn Leaves, Mogi Mirim, SP

Embalagem: caixinha de papel craft com laço de ráfia  

As flores esqueletizadas são feitas a partir de folhas de diversas árvores que passam por um processo de esqueletização que consiste no cozimento em alta temperatura seguido de lavagem para a extração da clorofila e obtenção da celulose em estado puro.

Este processo foi desenvolvido por Cida Barros junto a um grupo de mulheres oriundas da zona rural do interior de São Paulo como forma de geração de trabalho e renda.

Produto: massageador de semente de jarina

Comunidade Produtora: Jóias da Floresta, Xapuri, AC

Embalagem: saco de estopa com laço de ráfia 

Sementes da Amazônia, Cocos (como a jarina o Marfim Vegetal), palhas, fibras, cascas e outros produtos florestais se transformam em jóias, anéis, colares, brincos, cortinas, luminárias, instrumentos musicais e doces regionais.  Daniel Pimentel acredita na consciência ambiental através da valorização de diversos produtos florestais associados ao trabalho artesanal e regional.  Daniel conta com a Associação de Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes e Projeto de Assentamento Agroextrativista Chico Mendes como fornecedores e tem o apoio da prefeitura de Xapuri que oferece o local para a Oficina Escola.

Produto: porta moedas, estojo, bolsas e outras peças de látex

Comunidade Produtora: Grupo de Produção de Couro Ecológico da Comunidade de Maguari, Floresta Nacional do Tapajós, PA

Embalagem: sacola de papel craft com laço de ráfia                   

As comunidades de Maguari, São Domingos e Jamaraquá encontraram no extrativismo florestal sustentável  a valorização da cultural local e a conservação da mata. São 25 mil seringueiras que vertem 10 mil kg de látex ao mês. 

O couro é confeccionado de maneira artesanal: sobre lâminas de tecido de algodão são aplicadas várias camadas do látex de seringueira, que depois passam por processo de defumação ou secagem ao sol – o resultado são mantas resistentes e impermeáveis, muito parecidas ao couro animal, com as quais faz-se bolsas, roupas e calçados do couro vegetal (durabilidade mínima de 5 anos; resiste à luz, água, sal, sabões e químicos à base de água). 

Fonte de pesquisa: www.mercadoamazonia.org.br

Produtos:  pulseiras, cumbucas e colheres de ouriço

Comunidade Produtora: OURIÇO DA AMAZÔNIA, 
Santarém, PA 

As pulseiras do ouriço da amazônia (castanha do pará) são inspiradas nos originais da etnia Zo'é, índios tidos como isolados pela FUNAI. As mulheres Zo'é se ornamentam com várias pulseiras feitas dos pequenos ouriços e aproveitam a castanha como fonte de proteína na alimentação da aldeia.

A Castanheira (Bertholletia excelsa) fonte de riqueza para os Povos da Amazônia, possui uma lei ambiental própria sendo poupada do desmatamento.

Com a participação de artesãos locais do bairro de Mararu , sob coordenação de Thais Helena Medeiros a comunidade desenvolve uma linha de produtos de requintado eco design.

Todas as peças são lixadas e polidas. A tintura é feita com pigmentos naturais como urucum e açafrão da terra e recebem um polimento de óleo de copaíba, mel e breu. Os produtos utilitários recebem um verniz ecológico desenvolvido pelo IDHEA, Instituto de Desenvolvimento de Habitação Ecológica.

Produtos:  cuias preta, cuia pitinga e copinhos 

Comunidade Produtora: Onivaldo, Santarém, PA 

A cuias são tigelas feitas com produtos da floresta, usadas sobretudo para servir o Tacacá, um caldo apimentado e exótico de mandioca, jambu e camarões. 

As cuias revelam o conhecimento dos povos da floresta. Fruto das cuieras, divididas ao meio são lixadas e polidas com escama de pirarucu. A cor preta resulta de demãos de extrato de casca de cumatê. São então decoradas com incisões e grafismos. O mais curioso, são embocadas numa areia com urina choca por dois dias, como diz Onivaldo, "é melhor que não se conte".

Expostas aos vapores, mas sem contato direto, o corante endurece e escurece,como uma laca preta e brilhante,  o que se explica pelos vapores do amoníaco, presentes na urina.

Já a cuia pitinga é maior e mais ovalada e é apresentada ao natural.

Todos os produtos vêm acompanhados da etiqueta da comunidade produtiva contando 

sobre a importância sócio-ambiental do trabalho realizado.

A disponibilidade das peças em exposição pode variar.

brindes

 

brindes reciclados

O Ponto Solidário é uma associação sem fins lucrativos,

 que atua segundo os conceitos do comércio justo, economia solidária e sustentabilidade.

pontosolidario@pontosolidario.org.br

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