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arte popular
O Pavão é o símbolo do folclore no Brasil
As Figureiras de
Taubaté tiveram origem no século XVII, com os frades franciscanos do
Convento de Santa Clara que encomendavam às mulheres da região figuras e
presépios para as festas natalinas. Do menininho, dos santos, bois e
vaquinhas, as figurinhas foram ganhando outras utilizações e passaram a
espelhar o cotidiano. As irmãs Santos, Maria Edith (1927-1998), Maria
Luiza e Maria Cândida são as mais antigas figureiras e lembram com carinho
do folclorista Rossini Tavares, que muito as incentivou. Foram elas que
criaram a "chuva", que mais se assemelha a uma fonte que jorra pavões,
galinhas d'angola, beija-flores e outros bichinhos muito coloridos.

Nome: Pavão
Medidas e modelos
variados (de 3 a 35 cm)
Código: 117.002
A tradição da "chuva", como mostra a figura ao lado veio das irmãs Santos e
da observação dos pavões que ficavam em cima das árvores na
cidade.
Nome: Presépio
Medidas: 13 x 23 x 13
cm
(medidas e modelos
variados)
Código:
117.005
Hoje não há
quem não conheça as figureiras em Taubaté. Na rua, uma enorme árvore ou
chuva de pavãezinhos sinaliza suas casas com cores vibrantes, calorosas
que retratam a boa gente que lá reside e trabalha.
Nome:
Trabalhadeira amassando o pão
Medidas: 8 x 10 x 8 cm
(modelos variados)
Código:
117.0011 
O trabalho começa com a coleta do barro à
beira de rios próximos, ou adquirindo de fornecedores da própria região. A
construção das figuras é feita com todo o cuidado, acrescentando
pedacinhos de arame ao barro para fazer bicos, guirlandas e arcos. Depois
de secas à temperatura ambiente, as peças são delicadamente pintadas em
várias cores com tinta a óleo ou a base de pvc.
Nome:
Trabalhadeira socando o café no pilão
Medidas: 10 x 10,5 x
6,5 cm
Código:
117.0012
Casa do Figureiro
É uma espécie de cooperativa que tem o nome de Maria da
Conceição Frutuoso Barbosa, falecida em 1950, religiosa que liderou a
construção da primitiva Capela da Imaculada Conceição. São cerca de 50
artesãos entre mulheres e, hoje também homens, que despertaram interesse
depois que a tradição e renome das peças possibilitou uma atividade
constante de geração de renda. As peças são assinadas e cada um tem sua
própria criação, mas todos trabalham muito bem juntos e dividem grandes
encomendas. Fonte de Pesquisa: texto de
Cleber Papa publicado no site da UOL, São Paulo Imagem Data; Site Cerâmica
no Rio; e Casa do Figureiro |